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 Atualizado em: 23 de setembro de 2017

 

NOTAM Sul/Sudeste e Brasilia

Cancelada venda da Passaredo


A Passaredo Transportes Aéreos informou nesta segunda-feira (11), que a transferência do controle societário da companhia aos empresários Sidnei Piva de Jesus e Camila Valdívia, controladores do Grupo Itapemirim, não se efetivou. “Diante do não cumprimento das condições precedentes estabelecidas em contrato, os compradores foram notificados pela Passaredo na data de hoje, sobre o encerramento formal do negócio”.

A compra da Passaredo pela Itapemirim foi anunciada no dia 3 de julho deste ano e o acordo previa, que em cerca de 60 dias os empresários compradores da empresa aérea regional cumpririam uma série de obrigações, entre elas o pagamento de valores não divulgados. Isso, no entanto, não ocorreu, segundo informou a Passaredo.

No comunicado, a companhia relata que continuará suas operações com o atual quadro societário, sob o comando do empresário José Luiz Felício Filho, “mantendo-se a estratégia de atuação no segmento da aviação regional, focado na reestruturação de sua frota operacional, no atendimento a novos mercados e nos acordos de codeshare e interline vigentes”, conclui.

A intenção dos controladores do Grupo Itapemirim seria promover a integração dos modais viário e aéreo, com a incorporação de aeronaves à frota da Passaredo. Com sede em Ribeirão Preto, a Passaredo iniciou suas operações em 1995, possui 700 funcionários e transportou mais de 800.000 passageiros em 2016. A companhia opera em vinte cidades de nove Estados.

Durante a vigência do acordo que foi rompido hoje, a Passaredo saiu do processo de recuperação judicial. A juíza Carina Roselino Biagi, da 8ª Vara Cível de Ribeirão Preto, determinou o fim do processo iniciado em 2012, cuja aprovação do plano de recuperação ocorreu em agosto de 2014 e durou dois anos.

(Estadão Conteúdo)

Fim da Infraero



O governo finalmente chegou a um modelo definitivo a respeito da Infraero, que deverá inicialmente dividir a estatal em seis partes (por regionais) para conceder ao setor privado os 56 aeroportos administrados pela empresa. Dividindo por regiões, fica mais fácil e rápido conduzir o processo, além de se manter o atrativo econômico, para as empresas interessadas nas concessões. Quem ficar com o Santos Dumont, por exemplo, leva também pequenos aeroportos do Rio de Janeiro e Vitoria (ES). No caso de Congonhas (SP), o vencedor da licitação fica também com outros terminais paulistas e do Mato Grosso Sul. O Brasil está dividido em cinco regiões geográficas, mas a proposta no caso dos aeroportos prevê seis, porque Santos Dumont e Congonhas estão na região Sudeste.

A ideia é adotar um modelo híbrido de privatização e concessão por blocos de terminais e ao final do processo na extinção da Infraero. Está definido também, que o sistema de controle de tráfego aéreo (torres, ACC, meteorologia) e os 1.900 funcionários desta área serão transferidos para a Aeronáutica, que vai assumir a Nav Brasil, empresa pública que está sendo criada para esse fim. É como se fosse uma reedição da saudosa TASA.

Low Cost de longa distância



Nesta quinta-feira, 01 de junho de 2017, uma nova companhia aérea européia fez seu primeiro voo, inaugurando a rota entre Barcelona e Los Angeles, que terá duas frequências semanais.

A nova empresa, pertence ao grupo IAG - International Airlines Group, que é dono da British Airways, Iberia, Vueling e Aer Lingus,

A empresa, que se chama Level, nasceu com a missão de ser a companhia de baixo custo, para voos de longa distância do grupo IAG.

Design na Aviação Brasileira


Nesta quinta-feira, 01 de junho, estive no Museu da Casa Brasileira, para participar da abertura da mostra "Design na Aviação Brasileira", que conta com a parceira da Embraer e parceria institucional da Força Aérea Brasileira e patrocínio da Goodyear, Saab, United Technologies e Boeing.
A exposição mostra o universo de criação do design nacional para artefatos concebidos para voar. Como instituição dedicada às questões do design – com o qual busca contribuir anualmente por meio da realização do Prêmio Design MCB – traz, por meio da mostra design na aviação brasileira, o caso de sucesso da Embraer S.A., que apostou, desde sua fundação em 1969, no potencial inovador da engenharia e da criatividade nacional. A exposição permanecerá em cartaz até o dia 20 de agosto.


O curador da exposição, arquiteto e artista Guto Lacaz, é estudioso do pioneirismo de Santos Dumont e entusiasta da história da aviação e do sonho do homem em voar.“Buscamos reforçar a tradição aeronáutica do Brasil”, diz Guto Lacaz, “desde o ‘Padre Voador’ Bartolomeu Gusmão, inventor brasileiro do balão de ar quente em 1709, passando por Santos Dumont e os experimentos que antecederam a Embraer. Trata-se de uma exposição de alto valor estético e tecnológico”.


Logo no portão de entrada do museu, já fiquei maravilhado com o modelo do planador Urupema, em escala 1:2. Projetado em 1963, este planador feito de madeira e resina epóxi foi criado para competições mundiais de voo a vela.

10º Simpósio de Segurança de Voo

Inscrições começam na próxima segunda. Dá bastante tempo
Participe do 10º Simpósio de Segurança de Voo realizado em São José dos Campos/SP. Informações acesse


26/mai/17